Quando se cria alguma coisa não se pergunta, não se supõe, apenas se diz “criei algo”; com aquele orgulho de criador a nova criatura é mostrada orgulhosamente. Mas quando muito se quer criar, a comichão sináptica é insuportável, e, miseravelmente, não se sabe o que, nunca faltam aquelas sucessivas marteladas interrogativas: criar o quê?